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CRISTO É A VERDADE

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Mutirão de evangélicos envergonhando Jesus

Mutirão de evangélicos envergonhando Jesus

Existem uma ou duas coisas no meio “cristão” que me deixam incomodado; hoje gasto mais tempo ensinando o que não é Evangelho do que ensinando o que é. Na verdade percebo que as duas tarefas são quase idênticas, pois as mentiras com que os homens se enganam são as mesmas desde sempre, consistindo na matéria prima de qualquer religião pagã, com algum disfarce aqui e ali. Neste texto apresento uma ou duas coisas que em especial me incomodam pelo fato de que, além de ter mais trabalho para ensinar o Evangelho, também vou vendo o mal que essas pessoas vão causando aos seus semelhantes. Torrnando uma parte do povo anestesiada em relação verdade – enquanto vão vivendo um falso Evangelho – e uma outra parte (a maioria) inimigas de Deus e impenetráveis ao Evangelho de Jesus (o vídeo ao final da matéria responde a essa última frase).

 

A primeira delas diz respeito desonestidade histórica que os adeptos das seitas “cristãs” praticam quando se autodenominam “cristãos”, pois, uma análise etimológica do verbete “cristão” revela que este termo deveria ser usado para designar algo ou alguém que carrega alguma relação com o Jesus; o que na grande maioria dos casos não acontece na realidade. Bem como, uma análise do termo “evangélico”, revela que ele deveria indicar alguma semelhança com o Evangelho do mesmo Jesus. Aí reside um mal duplo! Em primeiro lugar esses que se dizem “cristão” (sobretudo “evangélicos”) vivem que entorpecidos em relação a Verdade, pois eles caíram no engano de que uma simples confissão de fé e uma pequena mudança de hábitos é o suficiente para categorizá-los como seguidores de Jesus.

O outro mal que mencionei acerca dessa confusão de termos está ligada ao mal que esses “cristãos” causam àqueles que, por algum motivo, não têm uma confissão de fé “cristã” ou “evangélica”. De fato todos os ateus que conheci ao longo da vida são na verdade “anti-igreja” ou “anti-religião”; eles na verdade nem podem ser considerados ateus porque nunca conheceram a Deus para O negar. Sempre que começo a conversar com um ateu percebo no decorrer da conversa que na verdade o que eles rejeitam é a burrice dos cristãos, o fanatismo religioso e a hipocrisia dos evangélicos. As respostas prontas que eles possuem nunca permanecem sustentadas uma vez que o engôdo ”cristão” é removido.

Os que ainda buscam algum abrigo nesse convívio humano fazem isso somente quando suas vidas tornam-se insuportaveis - parece que os “cristãos” conseguiram transformar o “evangelho” na segunda pior coisa do mundo, pois o sujeito só “aceita” quando está prestes a jogar a toalha (acho que é por isso que todo mundo se gaba se ser “ex” alguma coisa). Quando essas pessoas “chegam na igreja” encontram algum alívio no início que pode ser conseguido através de uma mudança de hábitos, ou, na maioria das vezes, apenas é apresentado a essas pessoas uma nova visão dos seus problemas e/ou a promessa de que num futuro “seus problemas serão resolvidos por Deus”. Ledo engano, pois esses mesmos “cristãos” que gostam de dizer que “Deus fará alguma coisa” não são capazes eles mesmos de darem algum apoio real (físico, econômico, afetivo e etc) a essas pessoas numa tentativa de aliviar os seus problemas.

Pertenço a uma geração de “cristãos” que não é nova, pois Tiago já denunciava esses que, dizendo-se Cristãos, falam e prometem muito, mas de fato não realizam nada:

De que adianta, meus irmãos, alguém dizer que tem fé, se não tem obras? Acaso a fé pode salvá-lo? Se um irmão ou irmã estiver necessitando de roupas e do alimento de cada dia e um de vocês lhe disser: “Vá em paz, aqueça-se e alimente-se até satisfazer-se”, sem porém lhe dar nada, de que adianta isso? Assim também a fé, por si só, se não for acompanhada de obras, está morta.

Você pode se considerar Cristão, e, lendo isso, esteja dizendo que “as coisas são assim mesmo, pois alguns vêm ao Senhor pela dor” – adágio “crentês” que em tudo acha uma maneira de santificar o que é maligno. Ora, pra você digo que dentro dos presídios alguns presos aceitam ser estuprados pelos membros de uma determinada facção para não serem mortos por membros de uma outra facção rival; muitos países pobres aceitam viver em uma situação humilhante para poder receber ajuda econômica e proteção de militar de países ricos; dentre muitos outros exemplos. Parece até que Deus deu o direito a esses “cristãos” de se aproveitarem das últimas esperanças dos necessitados e serem esses grandes canalhas que geralmente eles são.

Não digo que os “cristãos” têm o poder de impedir a salvação de algum homem, pois “a salvação a Deus pertence”. Porém, sou obrigado a repetir o mesmo que Paulo disse (repetindo os profetas do Velho Testamento) acerca dos judeus de sua época na carta aos Romanos:

Você conhece a vontade de Deus e aprova o que é superior, porque é instruído pela Lei. Você está convencido de que é guia de cegos, luz para os que estão em trevas, instrutor de insensatos, mestre de crianças, porque tem na Lei a expressão do conhecimento e da verdade. E então? Você, que ensina os outros, não ensina a si mesmo? Você, que prega contra o furto, furta? Você, que diz que não se deve adulterar, adultera? Você, que detesta ídolos, rouba-lhes os templos? Você, que se orgulha da Lei, desonra a Deus, desobedecendo à Lei? Pois, como está escrito: “O nome de Deus é blasfemado entre os gentios por causa de vocês”.

Portanto, não fique escandalizado quando eu afirmo que “não sou mais evangélico”; assim será até que esse termo deixe de designar os adeptos dessa nova religião que não tem muito a ver com o Evangelho de Jesus. Tive que deixar de ser “evangélico” segundo esse movimento humano e terreno, para poder ser Evangélico segundo o Evangelho de Jesus.

Assista o vídeo abaixo e veja se existe mente sã nesse meio, e, mais tarde, pense se alguém com uma mente sadia e que não esteja desesperado faria parte de um negócio desses.

Escrito por Júnior Bocelli

Júnior Bocelli tem 28 anos, é Bacharel em Física, mas se deu bem mesmo trabalhando como web designer e professor. Amante de Jesus e do Evangelho, dedica parte do seu tempo a ajudar pessoas que querem Deus, mas não suportam mais a religião.

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