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CRISTO É A VERDADE

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FATOS E PARTICULARIDADES DA BÍBLIA

 

 26-12-2012


Antes, a Bíblia não era dividida em capítulos e versículos. A divisão em capítulos foi feita no ano de 1250, pelo cardeal Hugo de Saint Cher, abade dominicano e estudioso das Escrituras. A divisão em versículos foi feita de duas vezes. O AT em 1445, pelo Rabi Nathan; o NT em 1551, por Robert Stevens, um impressor de Paris. Stevens publicou a primeira Bíblia (Vulgata Latina) dividida em capítulos e versículos em 1555. O AT tem 929 capítulos e 23.214 versículos. O NT tem 260 capítulos e 7.959 versículos.

A Bíblia toda tem 1.189 capítulos e 31.173 versículos. O número de palavras e letras depende do idioma e da versão. O maior capítulo é o Salmo 119, e o menor o Salmo 117. O maior versículo está em Ester 8.9; o menor, em Êxodo 20.30. (Isso, nas versões portuguesas e com exceção da chamada "Tradução Brasileira", onde o menor é Lucas 20.30). Em certas línguas, o menor é João 11.35. Os livros de Ester e Cantares não contêm a palavra Deus, porém a presença de Deus é evidente nos fatos neles desenrolados, mormente em Ester.


Há na Bíblia 8.000 menções de Deus sob vários nomes divinos, e 177 menções do Diabo, sob seus vários nomes. A vinda do Senhor é referida direta e indiretamente 1.845 vezes, sendo 1.527 no AT e 318 no NT. - Não é esse um assunto para séria meditação? O Salmo 119 tem em hebraico 22 seções de 8 versículos cada uma. O número 22 corresponde ao número de letras do alfabeto hebraico. Cada uma das 22 seções inicia com uma letra desse alfabeto, e, dentro, de cada seção, todos os versículos começam com a letra da respectiva seção.

Caso semelhante há no livro de Lamentações de Jeremias. Ali, em hebraico, os capítulos 1,2,4, têm 22 versículos cada um, compreendendo as 22 letras do alfabeto, de álefe a tau. Porém o capítulo 3 tem 66 versículos, levando cada três deles, a mesma letra do alfabeto.

Há outros casos assim na estrutura da Bíblia. Isso jamais poderia ser obra do acaso. A frase "não temas" ocorre 365 vezes em toda a Bíblia, o que dá uma para cada dia do ano! O capítulo 19 de 2 Reis é idêntico ao 37 de Isaías. O AT encerra citando a palavra "maldição"; o NT encerra citando a expressão: "a graça do Nosso Senhor Jesus Cristo."


A Bíblia foi o primeiro livro impresso no mundo após a invenção do prelo; isso deu-se em 1452, em Mogúncia, Alemanha. Os números 3 e 7 predominam admiravelmente em toda a Bíblia. O nome de Jesus consta do primeiro e do último versículos do NT. As traduções da Bíblia (toda ou em parte) até 1984, atingiram a 1796 línguas e dialetos. 24 Restam ainda cerca de 1.000 línguas em que ela precisa ser traduzida.

- Que está o irmão fazendo para difundir a Bíblia - o livro que o salvou?



1) As palavras em itálico. Não constam do original. Foram introduzidas na tradução para completar o sentido do texto. Em português, a única versão protestante com itálicos é a ARC.

2) O uso da margem. Muitas Bíblias tem na sua margem em determinados trechos, a tradução literal do hebraico ou do grego. Às vezes, tem uma tradução diferente quando o caso é duvidoso. São muito úteis essas notas marginais.


3) Datas impressas no texto. Muitas Bíblias antigas, em português, bem como noutras línguas, trazem datas impressas no texto. São datas da chamada "Cronologia Aceita" elaborada pelo arcebispo Ussher (anglicano) e inseridas pela primeira vez no texto bíblico em 1701. Depois de Ussher, surgiram outras cronologias como a de Calmet, Hales, etc. As investigações modernas e descobertas arqueológicas têm alterado em muitos pontos a cronologia tradicional. A cronologia é terreno movediço, especialmente quanto aos primeiros milênios da História.

4) O sumário dos capítulos. São preparados pelos editores, e nada tem com a inspiração e o texto original. As exceções são algumas frases introdutórias de certos salmos, como o 4, 5, 6, 7, 8, 9, 22, 32, 45, 46, 53, 56, 69, 75, etc. Tais sumários nem sempre correspondem aos capítulos aos quais se referem. Há casos até negativos, como a parábola dos "Dez Talentos", quando não são dez; a "Parábola do Rico e Lázaro", quando não se trata de parábola, e assim por diante.

5) A divisão do texto bíblico em capítulos e versículos. Não vem do original. A primeira Bíblia que trouxe essa divisão foi a Vulgata, em 1555. Em muitos casos, a divisão tanto em capítulos como em versículos, quebra o sentido, biparte o texto e altera toda a linha do pensamento. Exemplo de capítulos: Isaías 53, que devia começar em 52.13; João capítulo 8, devia começar em 7.53; 2 Rs 7 devia começar em 2 Rs 6.24; o capítulo 3 de Colossenses devia terminar 4.1; o capítulo 10 de Mateus devia começar em 9.35; Atos 5 devia começar em 4.36, etc.


Com a divisão em versículos, acontece a mesma coisa, por exemplo: Efésios 1.5 devia começar com as duas últimas palavras de 1.4; 1 Coríntios 2.9,10 devia ser um só versículo; o mesmo devia ocorrer com Jo 5.39,40. Na Epístola aos Romanos, bem como em Efésios, há diversos casos desses. Também a divisão em versículos não é a mesma em todas as versões; por exemplo Daniel 3.24-30 da ARC, corresponde a 3.91-97 em Matos Soares; Lucas 20.30 na ARC, corresponde a Lucas 20.30,31 na "Tradução Brasileira". Marcos 9.49 deve ficar ligado ao versículo 48, e não como está na ARA, tendo a epígrafe entre os dois versículos.

6) A divisão do texto em parágrafos é muito útil para a sua compreensão. O Salmo 2, por exemplo, contém 5 parágrafos, tendo cada um aplicação diferente (vv 1-3, 4-6, 7-9, 10-12a; 12b). A única versão em português que indica os parágrafos é a ARA, com um tipo negrito cada vez que isso ocorre. Há versões noutras línguas que dão tanta importância a essa divisão, que, para maior comodidade do leitor, imprimem o próprio sinal gráfico para parágrafo (muito parecido com um "P" invertido).

7) Traduções da Bíblia até 1984. A Bíblia toda ou em parte acha-se traduzida em 1795 línguas e dialetos. Ainda restam cerca de 1.000 línguas em que ela precisa ser traduzida.


A vida, com seus usos, leis e costumes, difere de povo para povo, isso modernamente. Imagine-se como não estão distantes os costumes antigos orientais tão citados na Bíblia! Esses fatos, quando não compreendidos hoje, são tidos como aberrações. A Bíblia cita inúmeras leis, preceitos, coisas e costumes do modo de viver oriental, que se o estudante desconhecer suas causas, razões, e modo de ser, não compreenderá muita coisa da revelação divina, já que tais fatos estão entretecidos no corpo do relato bíblico. Quem quer que se ocupe da leitura e estudo do Santo Livro estará sempre se deparando com essa dificuldade. Vamos destacar alguns casos dos acima mencionados, e estudá-los resumidamente, já que um elementar curso de Introdução Bíblica não comporta o exame demorado da matéria em questão.

1. Gênesis 24.2; 47.29-31 O juramento com a mão sob a coxa. Significava então submissão, obediência irrestrita. Por isso Deus tocou a coxa de Jacó! (Gn 32.24-32). Realmente, dali para a frente Jacó tornou-se um homem de Deus. Até seu nome foi mudado!

2. Gênesis 37.34 - Rasgar as vestes- Era demonstração de luto, lamento, tristeza. Há 28 casos na Bíblia. Os sacerdotes não podiam fazer isso (Lv 10.6), mas, o de Mateus 26.5 o fez, sem razão. Esse ato de rasgar as vestes obedecia a uma série de regras.


3. Juizes 5.10 - O cavalgar sobre jumentas brancas - Era então costume exclusivo dos reis, juízes e fidalgos. Isso explica a passagem em apreço.

4. Juizes 9.45 - Semeadura de sal - Esse ato significava desolação perpétua sobre o local. Castigo perene.

5. Rute 3.9 - Pôr a aba da capa sobre alguém - Significa a proteção. Aqui tratava-se da lei do levirato, conforme Deuteronômio 25.5-10, portanto nenhuma indecência havia aqui, como muitos o querem.

6. Salmo 119.83 - Um odre na fumaça - Odres são vasilhas feitas de peles para o transporte de líquidos. Eram postas sobre a fumaça para ficarem endurecidas pelo calor e fumaça. Isso também fazia aumentar de resistência a espessura do couro, através do encolhimento. Fala do estado de alma de Davi.

7. Mateus 1.18 - Maria desposada com José - Na linguagem do Antigo Testamento, o termo significa noivos, conforme vemos em Deuteronômio 20.7; 22.23,24. Naqueles tempos, em Israel, o noivado era ato seriíssimo. E de fato o é. Os noivos tinham responsabilidade como se fossem casados! Em suma: Em Israel, o noivado era o primeiro ato do casamento. Nessa ocasião, o noivo entregava à noiva o contrato de casamento, ou uma moeda inscrita: "Consagrada a mim."

8. Mateus 25.1-13 - Um casamento oriental - As núpcias duravam 7 ou mais dias. A união definitiva do casal somente tinha lugar no último dia. Nesse dia, o noivo dirigia-se à casa da noiva, à noite, e a conduzia para sua casa. Às vezes, o ato ocorria também de dia. A lua-de-mel durava um ano! (Dt 24.C).


9. Mateus 27.48 - O vinho oferecido a Jesus na cruz - Tal praxe era usada então para tornar as vítimas insensíveis antes da morte. Jesus recusou. Sofreu a morte em estado de plena consciência. 

10. Lucas 5.19- teto (eirado) da casa, aberto com tanta facilidade - As casas da Palestina não tinham telhado, e sim eirado. Isto é, uma espécie de lage, feita de vigas de madeira, recobertas de pedra e barro. O eirado recebia tratamento especial, a fim de recolher águas pluviais, dada a carência de água potável na citada região. Num teto assim, era fácil preparar uma abertura.

11. Lc 10.4 - A ordem de Jesus: "A ninguém saudeis pelo caminho" - Não se tratava de indelicadeza. O tempo que restava para Jesus era pouco, muito pouco, e as saudações orientais tomavam muito tempo, não somente devido à troca de expressões formais, mas também por causa das poses que o corpo assumia. Se os enviados por Jesus cumprimentassem o povo segundo a maneira daquela época, Ele não cumpriria sua missão redentora no devido tempo. Ele sempre se referia ao "meu tempo".

12. Atos 1.12 - O caminho de um sábado - Isto é, o caminho permitido no dia de sábado. Era a distância que ia da extremidade do arraial das tribos, ao tabernáculo, quando no deserto. Essa distância era de 2.000 cúbitos, equivalente a 1.200 metros (Js 3.4).

13. Romanos 12.20 - Brasas sobre a cabeça do inimigo (Pv 25.21,22) - O fato refere-se às leis levíticas de Levítico 16.12, quando o sumo sacerdote fazia expiação pelo povo, incluindo o incensário cheio de brasas. A expiação satisfazia à justiça de Deus, promovendo a reconciliação do homem com Ele.

Os poucos casos aqui citados servem para dar uma idéia do valor que há na compreensão da vida, das leis, e dos usos e costumes antigos, orientais, conforme vemos na Bíblia. Há inúmeros casos. Citamos aqui apenas alguns como exemplo. Eles estão na revelação divina, elucidando muitos de seus aspectos.

Fonte: livro "A bíblia através dos séculos"
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